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Foco na Solução

É indiscutível que a paixão é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Ela é o alimento para nossa dedicação, superação dos desafios, para o trabalho árduo e, sobretudo, para fazermos nosso melhor. Este melhor, cada vez mais necessário em todos os negócios de sucesso.

O grande tema é quando a paixão cega a razão e desvia nosso foco do que realmente importa. Muitas vezes acabamos nos dedicando muito ao problema e pouco à solução.

Quando falamos em pecuária de corte como negócio, o foco é: RESULTADO GERENCIAL POR HECTARE, ou seja, lucro obtido em um ano em cada hectare de pastagem. Estamos convencidos que podemos ter uma pecuária de corte, lucrativa nas diferentes fases do sistema produtivo. Apenas com cria, e esta por sinal esta em alta, apenas com a recria/engorda, mesmo com elevados valores de reposição, em sistemas super intensivos em sistemas menos intensificados e assim por diante. A única grande convergência onde não há alternativa é que temos que ser extraordinários em produzir e colher pastagem.  Nunca podemos deixar de lembrar que pecuária de corte é a transformação de capim (e seus ajudantes) em carne.

Retomando o ponto principal: “foco na solução”, podemos simplificar que o  LUCRO POR HECARE POR ANO conseqüência da interação de 4 fatores principais, onde seu produto, representa de forma direta o lucro de uma fazenda. Estes fatores são: Lotação x Ganho Médio Diário X Margem sobre a venda X Valor da @.

LOTAÇÃO: A lotação representa a carga animal mantida em uma unidade de área, podendo ser expressa em cabeças, unidades animal, ou peso vivo. Apesar da fragilidade deste indicador, que não leva em consideração a variação na disponibilidade de forragem existente, ele é largamente utilizado. Para utilização deste indicador, existe o pré-requisito que a lotação está equilibrada com a pressão de pastejo, que expressa quilos de forragem estão disponíveis para cada 100kg de peso vivo mantidos por unidade de área.

O que se busca diretamente é que a fazenda possa apascentar a máxima quantidade de animais possíveis, desde que esteja ganhando peso, que é o nosso próximo indicador.

GMD: O ganho médio diário é a quantidade de kg que um animal ganha por dia.

MSV: A margem sobre a venda é o percentual de resultado, ou lucro, que a fazenda obtém em cada @ vendida. Neste caso se a MSV foi de 35%, significa que a fazenda teve 65% de desembolso sobre o faturamento obtido com uma @. 

VALOR DA @: O valor da @ é o total de reais recebido por uma @ na hora da venda.

Desta forma a o lucro de uma fazenda, em sua maioria é:

LOTAÇÃO (cab./ha) x GMD (kg/cab/dia) x 365 dias X MSV (%) x Rendimento de Carcaça (%) x VALOR DA @.

Devemos nos atentar que o agil ou deságil pagos na reposição interferem neste resultado.

De forma geral, toda decisão que tiver interferência nestes fatores deve acontecer de forma que o aumento de um não gere redução de outro numa proporção superior. Ou seja o aumento da lotação só é valido quando não cause redução no GMD. Medidas que aumentem o GMD não pode gerar um redução na MSV superior ao aumento no ganho obido.

Quando o processo produtivo é focado em interações positivas destes quatro fatores, a fazenda tem grandes chances de apresentar resultados que superem a tímida média de R$ 103/ha/ano, podendo chegar em valores que maiores que R$ 450/ha/ano.

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